segunda-feira, 24 de setembro de 2007

hora da poeteira

Te conheci numa dessas baladas da vida. Foi paixão ao primeiro ecstasy. Depois passamos a noite juntos e você me deu seu telefone. Eu te liguei. Hoje, tomamos juízo e abrimos uma livraria. Estamos muito bem, obrigado.



Tá bom, passou.


Tava pensando né. 2007 foi um ano de bons/ótimos/sensacionais lançamentos. Em cd. Meu HD quase nem respira devido a isso. É Korn, Marilyn Manson, NIN.
Peeeeelamordedeus.

Bjork não conta. É muito mediana e ainda teve que contar com a ajuda do MESTRE Timbaland. O ressuscita defunto. Nelly Furtado que o diga!
Tá.
Dos melhores, o melhor é o do NIN. Delícia! Se eu fosse jornalista musical, eu o comentaria faixa por faixa. Aliás, "faixa" já é um termo muito técnico. Eu chamo de música. Faixa é pra trouxas.

Então vamos por partes. Acho que vou comentar alguma coisinha. Dentro das minhas limitações mentais e técnicas, uai!

Cês sabem que eu não resisto. Mas vou falar só das que eu mais gosto - tenho preguiça SIM!

Nine Inch Nails - Year Zero
Música 1: The Beginning of the End
Não vou pôr a letra aqui, porque eu não sou o Terra.
Mas essa música é muito boa. Muito mesmo. O problema é a chiação que vem no final. Assim, é legal, mas enche o saco. Principalmente quando cê tá escutando isso no seu MP3 no ônibus. Aí tem que tirar, mudar de música, guardar. Mas é interessante assim mesmo - vale a pena ouvir.
Um dia ela ficou na minha cabeça. Amo. Desejo. Depois pergunta pra um músico "como fas//" pra entender a crítica musical.

Música 2: Capital G
Refrão sexxee, letra legal e politizada. Não que eu me interesse pela política, mas é interessante o jeito que o nosso amigo Trent escreve.
Essa música não tinha cabido no meu MP3 player. Meu deus, e eu fiquei ouvindo o cd do NIN sem ela por muito tempo. Quanto arrependimento. Hoje eu retiraria todo o conteúdo do mp3 só pra pôr Capital G em repeat eterno.

Música 3: The Great Destroyer
Vocês hão de convir que a batida inicial de The Great Destroyer fui eu que fiz. No Hammer. Mas só isso também. O resto Trent que fez, e fez muito bem. Um beijo pra eficiência do Trentinho.
Até a letra tem a ver comigo - eu também tenho um limitless potential living inside of me. Mas não mostro não. O ruim é que a música mesmo dura tipo 2 minutos, o resto é barulhinho. Eu gosto, mas dá aquele gosto de "quero mais" e eu sempre soco um repeat nela. Porque eu ainda não enjoei.


Aí essas três são as melhores. Esse trem de análise musical cansa, ainda bem que não trabalho com isso!



Mas aí, né.
Eu entro na internet hoje.
Vou lá naquele blog que eu leio sempre. Não vou falar qual, eu não faço merchan.

De repente, dou de cara com essa SUPOSIÇÃO SUPOSITÓRIA:


MEEEEEEG WHITE EM CENAS DE SEXO!
MEG WHITE EM CENAS DE SEXO!!!!!
MEG WHITE!!!!!!!

Sabe quando as coisas não se juntam? Os elementos da frase?
Meg White != sexo
Não conecta!

Você consegue imaginar? Nem eu! Ela mal fala! Que dirá... Bom, enfim.
Eu sempre fico chocada com X maiúsculo com essas coisas. Pra mim, Meg era um exemplo da ideologia dos assexuados. A gente sempre se choca mesmo. O mundo nunca é como a gente imagina! E etc. etc.
Ah! Há a chance de não ser ela nesse suposto vídeo. Oremos.

Nenhum comentário: