quarta-feira, 21 de março de 2007

Ensaios sobre a sociologia universal

Queridos, ontem fiz uma pequena imagem de layout deste humilde blog secreto. Ficou tão legal, mas não consigo colocar, que lixo. Acho meio boate gay, mas acho GLAMOUR.

Hoje meu bolso chorou, meu dinheiro chorou, foi um festival de lágrimas em plena faculdade, em pleno xerox. Agora eu tenho uma companheira pão-dura também, a gente meio que se completa. Aliás, se completa não, se seqüencia. Ela é mais pão dura que eu, mas beleza. A gente chorou no xerox porque hoje tivemos que tirar cópias que ficaram em 7,92. E mais as cópias do xerox de cima: 0,55. Ou seja, 8,47 só de papel manchado de preto. Lamentável. Mas elucidativo e didático.

Por falar em companheiros, os companheiros pseudo-socialistas estão vendendo livros na faculdade. Na boa, já que é socialismo, podia dar. Aliás, já que pra eles dinheiro é só papel, eles poderiam me dar, porque eu coleciono papel, aqui no quarto tem um monte. Tipo assim, dinheiro é papel, mas papel não é dinheiro. Eles têm de aprender isso. Mas de qualquer forma, eles podem dar o dinheiro deles ao Estado mesmo. Mais do que os impostos. Tipo um bônus, mas só quando o Chavez roubar o Brasil pra ele. Ele é um amor (L).

E também pensei no quanto o Che Guevara deve revirar-se no túmulo. Se é que ele tá enterrado, sei lá o que fizeram com os restos dele. Mas enfim, ele deve revirar, torcer, fazer um duplo twist carpado toda vez que uma camisa com a cara dele é vendida. Ou seja, ele faz esse número umas 60 vezes por minuto. Tipo, o cara socialista, bonzinho, legalzinho, SOCIALISTA, morre e vira o maior fenômeno capitalista de todos os tempos, gente! Até biquíni com um monte de carinha dele eu já vi. E assim, é bem capitalista, porque deve ter sido bem caro. Tudo pelo acúmulo de capital. Ah, essa má distribuição de renda.

E fala pra aquele cabeludo esquisito do colégio técnico pra parar de ficar andando em todo lugar que eu estiver. Ele é esquisito e dá beijos calorosos na namorada dele antes de almoçar. Isso em plena mesa compartilhada com o pessoal da medicina, que deve odiar qualquer manifestação calorosa que envolva troca de bactérias. Uma falta de respeito com a saúde pública.
E não comam o macarrão da química. O atendimento é péssimo, eles demoram miliano pra entregar seu macarrão, e ainda sorteiam os números de atendimento. Pelo menos o macarrão é bom, mas não compensa. Pode ser que eu tenha achado bom porque estava varada de fome.

Um comentário:

Anônimo disse...

Digam não ao macarrão da química!!!!!!!

E só pelo fato do cara ser cabeludo, ele devia também prender a cabeleira antes de servir o almoço, não é mesmo minha gente?? Alguém fala pra ele!!